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A importância da nutrição dos bebês com mais de 1 ano

 

Com 1 ano de idade o bebê é cada vez mais curioso e adora explorar o meio que o rodeia. 

Quarta-feira, Julho 13th, 2016

Com 12 meses já é capaz de se levantar, andar sozinho e subir escadas. Ouviu seu nome, segura a colher sozinho e leva-a à boca. Começa a beber no copo e sente um certo fascínio usando as mãos para agarrar a comida e levá-la à boca, sujando-se e aprendendo.

O crescimento dos pequenos exploradores continua de forma acelerada. Até os 3 anos o bebê cresce em média 12cm e ganha cerca de 5kg. E até os 5 anos o bebê expande as suas capacidades mentais, mais do que em qualquer outra fase da vida, devido ao fantástico desenvolvimento do cérebro. Nessa fase, o seu vocabulário aumenta muito, começando a construir frases e a dominar a gramática básica, desenvolvendo extensamente a linguagem.

A alimentação continua a desempenhar um papel crucial para que o desenvolvimento mental e físico ocorram da melhor forma. Por isso, é fundamental uma alimentação saudável, equilibrada e adequada às necessidades do bebê. Ele necessita de 2x mais energia e até 5x mais vitaminas e minerais por kg do que um adulto. Nessa etapa é muito importante ter uma atenção especial relativamente a determinados nutrientes. O cálcio e o fósforo são importantes para a formação dos ossos. Assim como, as vitaminas do complexo B, que são essenciais para otimizar a utilização da energia dos alimentos. Também se deve dar atenção ao tipo de gordura, privilegiando a gordura de qualidade, pois o DHA é muito importante para o correto desenvolvimento cerebral. O ferro, a vitamina D, o iodo e os ácidos gordos ômega -3 devem estar, igualmente, presentes em quantidade suficiente.

A partir dos 12 meses podemos dizer que o bebê está pronto para partilhar a alimentação da família, sentando-se à mesa com os grandes, participando da alegria de estar ali. Os bebês observam e imitam tudo o que os adultos fazem, faz parte da aprendizagem. Contudo, ainda não estão totalmente preparados para comer, tal e qual os adultos, pois o seu estômago é menor, cerca de metade do de um adulto, e as suas necessidades são superiores.

A alimentação do bebê deve ser um bom “escudo” de proteção para reforçar o sistema imunológico e prevenir doenças futuras (obesidade, doenças cardiovasculares e cáries dentárias). Para garantir que o bebê receba todos os nutrientes que precisa, na quantidade certa, e adquira hábitos alimentares saudáveis, tenha em conta estas dicas:

O bebê deve participar nas refeições em família, em horários regulares;

​O bebê necessita de 5 a 6 refeições por dia;

​As refeições principais devem ser acompanhadas de água, devendo evitar os refrigerantes;

​As refeições principais devem conter batatas, arroz, massas, vegetais, saladas, carne e peixe;

​As refeições intermediárias devem incluir pão, cereais, lácteos, frutas e vegetais crus;

​Deve-se evitar uma ingestão excessiva de proteínas para não sobrecarregar o trabalho dos rins e diminuir o risco de obesidade no futuro;

​Evitar açúcar, enlatados, frituras, refrigerantes, doces, salgadinhos e outras guloseimas nos primeiros anos de vida, introduzindo estes alimentos o mais tarde possível;

​Usar sal com muita moderação na confecção das refeições;

​Estimular o consumo diário de frutas e hortícolas nas refeições;

​Uma alimentação variada é também uma alimentação colorida. Quanto mais colorido for o prato, mais estimulante é para a criança e é mais equilibrado;

​O bebé deve ingerir 500ml, por dia, de leite e derivados;

​Deixe a criança tocar e sentir os alimentos;

​Seja persistente com um novo sabor, pois é bastante provável que seja rejeitado pelo bebê na primeira tentativa;

​Não tente “empurrar” mais comida;

​Deixe o bebê comer sozinho para estimular a autonomia para se alimentar;

​Não use a mamadeira para dar sopas, papas ou outros tipos de alimentos;

​Ajude-o a aprender a usar a colher e o copo. Quando já os dominar passe para o garfo.

A ingestão de leite tem particular importância nessa fase pois é um alimento que funciona como veículo de vários nutrientes importantes para o crescimento e desenvolvimento do bebê. Existe a ideia de que a partir dos 12 meses o bebê já está preparado para beber leite de vaca. No entanto, os especialistas acreditam que o leite de vaca não é a escolha ideal. Por quê? Porque o leite de vaca tem uma quantidade de proteínas muito superior às necessidades da criança, contribuindo para o excesso de ingestão proteica, que deve ser evitado nessa fase. Em termos de gordura, esta é de pior qualidade, sendo saturada, de difícil digestão, pobre em DHA e ácidos gordos ômega-3, não estando de acordo com as necessidades da criança. O leite de vaca também é pobre em ferro, zinco, vitaminas C, D e E, nutrientes muito importantes nessa fase da vida da criança.

Por essas razões, alguns especialistas recomendam a escolha de um leite de crescimento, uma vez que é desenvolvido de acordo com as recomendações pediátricas. Os leites de crescimento têm baixo teor proteico, são ricos em cálcio, ferro, iodo, zinco, vitaminas A, D, E e C. Contêm todas as vitaminas do complexo B para garantir uma eficiente utilização da energia dos alimentos e uma quantidade de gorduras adequada às necessidades do bebê, com DHA, ômega-3 e ômega-6.

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