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Socorro o meu filho é um chato para comer!

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Agora cada refeição tornou-se um pesadelo. 

Quinta-feira, Julho 14th, 2016

O meu filho recusa-se a comer quase tudo o que lhe dou e começo a ficar nervosa. Também fico preocupada com a saúde dele. Tem alguma solução para crianças chatas para comer?

“Picuinhas com a comida”

Mantenha-se calma, não há quase ninguém livre desse fenômeno: preparou uma refeição deliciosa com todo o amor do mundo e o seu filho recusa-se terminantemente a prová-la. É normal, pois, como boa mãe e boa educadora, não gosta de ouvir "não!", "uggh!" e "não quero!". Não se culpe (não sou boa cozinheira, não estou à altura dessa tarefa etc.). O grande segredo para atravessar esse período da forma mais tranquila possível é separar amor de educação, alimentação de afeto. É fácil dizer, mas não tão fácil fazer! Contudo, o nosso guia vai ajudá-la a atravessar esse período e lembre-se que uma criança nunca vai morrer de fome com comida à frente. Era só o que faltava!

O que quer dizer “Nã Góto”?

Por volta dos 18-24 meses de idade, a criança vai começar a afirmar a sua personalidade. Se perceber que dizer o "não" a aborrece, vai usar todas as oportunidades para te mostrar que já é capaz de se opor à sua autoridade. É o início da clássica "fase do não", que é uma etapa normal do desenvolvimento psicomotor de qualquer criança. É normal, mas muitas vezes exigente, para dizer apenas o mínimo! Além disso, nesse período o seu filho também vai preferir fazer muito mais coisas, em vez de estar sentado à mesa comendo. Há tantas coisas novas para descobrir, tantos lugares para explorar e jogos para brincar! As recusas são como uma expressão do desejo de independência.

As crianças com dois anos são todas iguais?

Provavelmente já reparou em conversas com amigas que as crianças com dois anos têm semelhanças quanto às suas preferências alimentares:

  • Uma atração por sabores doces, acima de todos os outros sabores.
  • Um apetite especial por massa, arroz e batata.
  • Demonstram pouco interesse por vegetais.
  • Relutância em experimentar novos alimentos.

Essa fase é normal em todas as crianças e denomina-se por "neofobia alimentar", ou "fresco com comida”. A criança rejeita qualquer novo alimento tanto por desconfiança como por medo do desconhecido. Esse comportamento é mais pronunciado em algumas crianças do que em outras e normalmente desaparece por volta dos 6 a 7 anos de idade. Desse modo, seja paciente e lembre-se que todas as mães tiveram que passar por essa fase. Ter influência sobre uma pessoa tão pequenina parece muito fácil para quem está de fora, mas na realidade você pode sentir rapidamente que vai "perder as estribeiras"! Seja corajosa, com calma e paciência vai superar essa fase!

Conhecer as preferências e o apetite da criança

A fase do não e a neofobia alimentar explicam todas as recusas alimentares. Talvez o seu filho não estivesse com muita fome naquele dia em particular.

O apetite varia de dia para dia. Um pouco de cansaço ou o nascimento dos dentes podem provocar uma diminuição do apetite! Não se preocupe, o seu filho alimenta-se em função das suas necessidades, sem colocar em perigo a sua saúde, desde que a taxa de crescimento continue a progredir de forma regular.

Também é possível que o seu filho não goste de todos os alimentos que você dá para ele provar (lembra-se quando costumava odiar espinafres!). Depois de o bebê recusar várias vezes determinado alimento, pode considerar que a sua preferência pessoal está dizendo para recusar aquele alimento em particular. Não tem importância, o equilíbrio alimentar geral não será afetado. Existem outras opções!

Não se esqueça que às vezes não é propriamente o sabor do alimento mas sim a sua textura fibrosa que a criança rejeita. Assim, pode experimentar usar uma peneira e para retirar os pedaços fibrosos do purê de legumes ou as sementes do purê de fruta!

Algum conselho para dominar o meu pequeno "monstrinho"?

O seu filho decidiu revoltar-se, cerrou a boca bem fechada e não há qualquer tática que o faça abri-la ("aiãooooo e aqui vai o avião", "uma colher para o pai ", "isto vai-te fazer ficar grande e forte", "era uma vez, um príncipe bonito que comeu a sopa toda " etc.) Nada dá resultado! Não entre em pânico, o seu filho armou-se com "artilharia pesada", mas você tem um princípio infalível (que funciona sempre ou quase sempre): nada de ceder à chantagem emocional ou à intimidação e certamente não há negociação. Aprenda a manter-se firme e coerente“ se não quer, ok, não tem problema. Mas não vai comer mais nada a não ser tomar água até a próxima refeição”. Temos que admitir que não é fácil na primeira vez! Mas quando a criança percebe que não manda em si, vai começar a compreender que é do interesse dela aceitar situações de compromisso.

Outra atitude importante a adotar: evitar a chantagem afetiva entre a alimentação e o seu filho. Não transforme as refeições num campo de batalha. As crianças não comem "para agradar os pais", mas sim porque é uma necessidade vital que – felizmente – provoca também sensações agradáveis nas papilas gustativas!

Devo forçar a minha criança a comer? É melhor evitar conflitos diretos. Peça-lhe apenas que prove e elogie-a por ter provado, mesmo que ela não goste. Depois, uns dias mais tarde, ofereça o mesmo alimento preparado de uma maneira diferente.

Outra possibilidade é pedir a outra pessoa, por exemplo ao pai, para lhe dar de comer. Às vezes o seu filho quer apenas testá-la. Assim, peça ao pai ou a outro familiar para assumir a tarefa. O seu filho pode estar mais aberto a experimentar e até a comer novos alimentos até então desconhecidos. Assim, o bebê vai ter uma alimentação equilibrada e adequada e você não tem de se preocupar mais! Mais tarde pode voltar a assumir a tarefa de dar de comer ao seu filho, mas – entretanto – pode aproveitar para relaxar com ele no final da refeição.

Tudo preparado para uma refeição tranquila!

Para não distrair o seu “chatinho com comida”, desligue a televisão durante as refeições e coloque os brinquedos fora do seu alcance. Ensine a criança a concentrar-se nas cores, nas texturas e nos sabores dos alimentos. "De que cor é a cenoura?"

Em vez de limitar-se a apresentar um prato cheio de comida à criança, que pode ser desmotivante para alguém com um apetite pequeno, prepare a refeição em porções de alimentos menores. Também deve prestar atenção na apresentação: um prato divertido e uma colher colorida adaptada para crianças vão tornar a refeição muito mais divertida.

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